Cá estou eu, mais uma vez, vivenciando uma paixão. Paixão? Tá, amor. Amor? Ok..ok, cá estou, mais uma vez, vivenciando! É, assim tá melhor!
Não sei com vocês, mas comigo a vida não para de girar no mesmo ponto, alguns mesmos pontos. Será que sou eu que não paro de fazer minha vida passar pelos sentimentos e sensações mais conhecidos por mim? Ah, não sei! Mas sei que cá estou eu, mais uma vez, aceitando, ou vivenciendo, o que minha vida está vivendo agora.
Nossa, escrevendo assim até parece que minha vida é uma e eu sou outra. Mas, convenhamos, às vezes não parece que é assim mesmo?
Muitas perguntas, poucas explicações, algumas decepções e várias vontades...várias!
Minha vida é feita de vontade a ser alcançada?A ser saciada?
Minha vida, que prepotência acharmos que a vida que levamos é nossa, só nossa. Essa vida tem algum valor pra eu querer tomar posse como objeto? Acho que o maior valor que ela possa ter é ser reflíxel e móvel o suficiente para não ser só minha.
Mas espera, eu comecei escrevendo sobre amor, paixão...a é, vida!
Pois é, se me dou conta de que as paixões e amores só podem ser consagrados a partir da vivência, hipocresia não vivê-los,não?*
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